“Como é que é?”. Essa é a pergunta que eu tenho vontade de fazer todas as vezes que alguém me faz a tão famigerada questão acima. Tento toda vez entender porque as pessoas sentem necessidade de especular a vida dos outros. É como se só pensar nas delas não fosse suficiente para preencher o dia.
Já montei até uma lista de respostas que deixariam a pessoa meio, digamos, passada:
- Interessa?
- A vida é minha ou é sua?
- O gato comeu...
- Foi abduzido.
E por aí vai? Mas é claro que se você for grossa assim, vão dizer pelas suas costas: “Ixi, não consegue arrumar ninguém...”. Como se namorar fosse algo primordial do qual dependesse a sua felicidade.
Foi assim que criei a resposta padrão: “Namorado? Que namorado? Sei lá, ta por aí”. A cara de “hein” da pessoa finaliza a história. Muito mais divertido!
Até.
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