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Esquecimento

Sempre estamos tentando esquecer algo. Esquecer para doer menos, esquecer para alegrar mais.
Nunca pensamos em apenas aprender a conviver, a lembrar sem sentir, a lembrar por lembrar.
Tem coisas na vida que é melhor ficar, porque se for vai levar algo de nós para nunca mais voltar.
Não importa se ficar para sempre um restinho de sei lá o quê, que a gente nem sabe se quer. O importante é que fique e que fique por ficar. Simplesmente por fizemos, porque aconteceu e porque temos que arcar com todas as consequências sempre para crescer cada vez mais.
Ok, o papo pode parecer meio lição de moral de livro japonês de auto-ajuda, mas a cada dia que passa chego a conclusão que só pode ser isso mesmo.

Até.

Conceitos: Gente Tropeço

Nada me aborrece tanto quanto gente tropeço, aquele tipo de pessoa que atravessa na sua frente.

Sinto vontade de passar por cima, atropelar mesmo, sabe?

Mas hoje fiz a minha máxima. Estava com o guarda-chuva molhado no Metrô, quando um tropeço perdido resolveu tentar adivinhar para onde deveria ir bem na minha frente. Estação da Sé, todos correndo para a escada, eu com pressa e o Zé Ruela lá perdido. Odeio gente perdida que para no meio de todo mundo para tentar descobrir para onde ir. (A pessoa deve mesmo achar que alguém vai parar para ajudar, tem que acreditar para fazer uma coisa dessas)

Mas voltando, dei um passo para esquerda, o Zé também. Dei um para a direita e o Zé também. Então, em um momento "vou matar esse filho da mãe", chacoalhei o guarda-chuva molhado para cima.

Jesus, nunca vi tantos olhos furiosos para o meu lado. Encolhi. Achei que seria atirada na linha do trem que acabava de sair de trás de mim. Pensando melhor, quase joguei o guarda-chuva lá. Afinal, arma do crime na mão é pedir para morrer.

Moral da história: Odeio gente tropeço. Afinal, meu guarda-chuva pelo menos protege minhas lisas madeixas da água também má. Hahahahaha

Até.

É primavera...

Eu sei que estou alguns dias atrasada, não se apoquentem...
Mas hoje vi flore roxas em um pé de boldo. Confesso que mudei um pouco a minha visão sobre essa plantinha que faz um chá um tanto ruim. O pé de boldo ficou realmente bonitinho.

Entusiasmada então pelo crescimento das florezinhas, me empolguei e resolvi que vou fazer uma horta. Já limpei três vasos e estou adubando a terra.

O problema? Ainda não decidi o que plantar. Alguma dica?

Acho que em um deles vou plantar umas ervas. Ah, estou falando de cidreira, erva doce, camomila, nada ilegal, por favor. No outro, quem sabe salsinha, cebolinha (minha mãe adora). No último estou pensando em pés de tomate cereja (gasto uma puta grana com eles no mercado - adoro quando estouram na boca... hahaha)

Bom, vou contando a saga aqui aos poucos.

Até.

O orkut é uma piada (1)

É lógico que todos já pararam para ler a sorte de hoje do Orkut. O difícil é levar aquilo a sério. Pois bem, surge uma nova "seção", afinal essa merece.

Sorte de hoje: Uma pessoa precisa de uma boa reputação para sobreviver.

Aff! Tem certeza que precisa mesmo?

Vamos aos ricos mal falados: Ronaldinho Fenômeno, Sônia e Estevam Hernandes (peguei pesado?), a grande maioria dos políticos do Brasil?, Bruna Surfistinha (agora em sua versão escritora praticamente renomada)... e por aí vai.

Não, não precisamos de boa reputação. Precisamos de inteligência.

E falta de caráter, é claro. Quem vai?

Até.

Novela é irreal...

Fiquei pensando cá com os meus botões após ouvir críticas às novelas de um modo geral...
Primeiro, umas dizendo que a novela foge muito do real.
Em outra dizendo, que por lá só aparecem os ricos...

Vamos combinar, se eu quisesse ver a minha vida na novela nem ligava a TV.

Até entendo a necessidade de querer ver na TV aquilo que vemos no nosso dia-a-dia. Brigar para que isso apareça no telejornal até vai. Mas querer transformar o ópio da sociedade em libertação dos pobres?

Todo precisa se afastar um pouco do que é obrigado a ver na maior parte do tempo. Todo mundo precisa de um pouco de fantasia. Onde o vilão é mau e a mocinha é um anjo de pessoa.

Precisamos de romances, sofrimentos alheios e por aí vai.

E a máxima aqui é sempre válida: os incomodados que se mudem, ou melhor, que mudem de canal. Afinal, tem sempre um documentariozinho passando na TV Cultura.

Até.

Hiperatividade...

É, sou um pouco hiperativa... como se "pouco" e "hiperativa" coubessem na mesma frase...
Mas acho difícil alguém assumir que tem formiguinhas na bunda!

Só hoje eu pensei e criei um layout para um novo blog. Exclui um blog antigo, pesquisei como se faz uma horta doméstica - bem difícil -, pensei em começar um projeto de pós-graduação, em prestar vestibular para uma segunda faculdade, em me inscrever para uma bolsa em um curso na Inglaterra ou na Austrália, em aprender inglês e espanhol, em sair do país, em assistir o primeiro capítulo da novela, em experimentar um prato do famoso chef Atala... e por aí fui!

E sabe o que é pior: ainda estou sem sono. E nem posso assistir a novela porque a minha irmã está dormindo do lado do computador...

Ah, o novo blog??? Em breve, meus caros... Muito em breve...

Até.

Palavrinhas mágicas...

Todas já ouviram falar das três palavrinhas mágicas: por favor, obrigado e com licença, certo?

Pelo que aprendi, devemos usar as palavrinhas porque na vida ninguém é obrigado a fazer qualquer coisa pela gente. Fácil, né?

Masi fácil ainda é usar as palavrinhas. Eu, pelo menos, sempre usei-as direitinho.

MAS VOCÊ NÃO FICA PUTA QUANDO PEDE LICENÇA E A PESSOA NÃO MOVE UM CENTÍMETRO???

Creio que nesses casos, o mais acertado é usar a força, acompanhada da frase: Vai sair ou não, seu filho da p***. Hahahahahaha

Pronto, saiu de mim o mal que me consumia.

Até.

Pseudo-fashion (3): Roupas de bichinhos

Sim sim, onça, zebra, cobra e toda a bicharada está na moda.

Mas já ouviram a frase “Use com moderação”, certo?

Pois bem, variedade de bichos de uma vez só é para o zoológico, não para o corpinho. Se já colocou a onça, deixa a zebra para outro dia e poupe as outras pessoas que podem vir a dividir o mesmo ambiente que você.

Pode acreditar, Lei Cidade Limpa deveria valer para outras coisas também.

Até.

Ridicularidades da vida

Sou do tipo sem paciência, principalmente quando o assunto é o preconceito.
Acho e sempre achei que se as pessoas se respeitassem mais teríamos menos tudo. Menos guerra, menos violência, entre outras coisas.

Mas uma coisa é achar tudo isso quando o preconceito está bem longe da gente. Tive que vivenciar um episódio que eu classificaria como ridículo. O pior foi que além do preconceito estava presente a fofoca.

Fofoca boa ainda dá para levar, mas fofoca do mal, fofoca para machucar ninguém merece. E tem gente que vive para esse tipo de coisa.

Pronto feriu e já aviso: às vezes sou bem vingativa...

Até.

Energia negativa? Sai pra lá!

Ta aí uma coisa que me irrita: gente que nunca está satisfeita.

Sabe aquelas pessoas que sempre reclamam. Não que eu seja daquelas pessoas super positivas, mas poxa a vida tem coisas boas também.

Mas para elas não, a novela é um saco, a minisérie é uma merda, os telejornais só querem vender a notícia, a água não é mais limpa, o mundo não é mais cor-de-rosa, o trânsito está sempre uma droga, os carros só sabem poluir, os ônibus vivem cheios... e por aí vai.

Como eu sempre digo: Para tudo, que eu quero descer.

Prefiro acreditar que nem tudo está bom, mas tem coisas que valem a pena.

Pronto, falei! Hahaha

Até.

Desabafo

Aaaaaaaaaaaaaaahhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhh!!!!!!!!!!!!!!!!

Pronto, falei.

Até.

Pseudo-fashion (2): Barriguinha saliente

Já que este é o tópico mais comentado, senti a vontade de compartilhar um choque que eu tive.

Acho bonito quando eu vejo uma calça mais justa e uma blusinha mais curta quando a moça tem um corpitcho em cima. Mas jesus, se você é gorda (e não me engana, você sabe como é a barriga de uma pessoa gorda), por favor, use blusinhas compridas e calças de cintura média ou alta.

É sério, colega, fica mais elegante e bonito. Você vai ficar chic na foto, eu prometo.

E se não ficar, pode vir aqui me xingar, eu deixo!

PS: Só não tirei uma foto, porque eu ainda não sabia mexer direito no meu celular. Mas agora aprendi e prometo que os outros posts sobre o assunto terão ilustração. Me aguardem!

Até.

Eu voltei e agora é pra ficar!!!

Sim sim, eu sumi!

Fui ao Paraíso, pesquei, nadei, tomei muita cerveja e caipirinha, dormi na rede e me empaturrei de comidinha caseira. Pronto, agora estou preparada para reparar um pouco mais e voltar a deixar a minha vida e dos outros um pouco mais divertida!!!

Até.

Frase do Dia

"Rir de tudo é coisa dos tontos, mas não rir de nada é coisa dos estúpidos." - Erasmo de Rotterdam

* é por essas e outras que eu gargalho (será que essa palavra existe?).

Até.

Retratação: A gripe suína existe

Depois de encontrar uma pessoa (sim, ainda é pouco perto dos números) retiro o que disse: a gripe suína não é uma lenda.

E sim, como comentávamos eu e uns amigos, dá aquela sensação que o cerco está se fechando... Cuidado!

Até.

Constatações (1): O rabo dos outros é sempre mais bonito

Eu sou do tipo que repara. Já falei disso aqui. Mas não sou do tipo que cuida.

Não vejo mal nenhum em reparar no rabo do outro. Só assim sabemos se a moda pega, se a atitude é bacana, se o jeito de fazer é legal.

Mas tem aqueles que não concordam e aí, colega, é um tal de: “você viu a fulana, agora anda pra cima e pra baixo de nariz empinado, tem que ver!”. Tem que ver o que? Se é pra cuidar que seja cada um da sua vida.

Pronto falei.

Até.

A busca do eu...

Lendo uns blogs por aí percebi que muita gente procura o próprio eu. Eu já tentei tanto encontrar o meu que desisti. É assumo: sou inconstante. E pessoas inconstantes não tem apenas um eu, mas vários.

Certa vez ouvi de um carinha que era difícil definir o sentimento por mim porque eu era muito instável. Sim, meu bem, eu sou uma montanha russa. E quer saber: eu amooooo ser assim.

Odeio pessoas certinhas, que fazem tudo na hora, que amam sempre do mesmo jeito, que brigam sempre com a mesma intensidade, que nunca voltam atrás, que nunca se arrependem.

O que vale é não ter definição certa de nada e de tudo. Fazer e depois pensar se fez certo. Andar e achar que o passo foi maior do que a perna. Fugir e depois querer voltar.

Se a vida fosse de um jeito só, seria só vitória, quando na verdade a derrota é que ensina.

Tropeça, minha gente!

Até.

Frase do Dia

"Quem pouco pensa, engana-se muito" - Leonardo Da Vinci

* Depois dizem que quem pensa demais, age de menos. Valeu, Da Vinci!

Até.

Será que a gripe suína é uma lenda?

Você conhece alguém que pegou a gripe? Acha que os números crescem de maneira assustadora e fora do real? Calma, você não é o único. A gripe parece um filme interminável. É tão estranho que parece irreal, ficção.

São 50, 60, 70, até 90 novos casos por dia, mas nenhum no meu ângulo de visão. E olha que ele é bem abrangente já que converso com muitas pessoas pela internet.

Brincadeirinha... Ou não?

Até.

Fiquei triste...

Depois do novo layout do blog acabei perdendo uns links que ficavam disponíveis aí do lado direito. Resolvi então recuperar alguns e descobri que alguns sites bons cometeram suicídio. Ok, vamos começar do zero, mundo ruim... Hahahahaha

Isso porque eu havia prometido um post mais, digamos, animado.

Ah, fica a dica: em breve teremos de volta o blog dos erros de português mais bizarros encontrados no meu local de trabalho. Estamos aprimorando técnicas, buscando um novo layout (sim, tô viciada), mas já anotem: Mistura de Pressa com Analfabetismo.

Até.

A bendita consciência...

Ontem, assistindo o seriado Private Practice (sou viciada em seriados para quem não sabe) ouvi uma frase que explica muita coisa: “A consciência é brutal”. Vamos deixar aqui um viva ao intérprete de Sam Bennett, Taye Diggs (ô homem saboreoso). Voltando ao assunto: sim, a consciência pode ser e é brutal.

“A consciência é uma qualidade da mente, considerando abranger qualificações tais como subjetividade, auto-consciência, sentiência, sapiência, e a capacidade de perceber a relação entre si e um ambiente” - Wikipédia

Na real, consciência é aquilo que nos “ajuda” a saber o que é certo e o que é errado. Assim aprendemos que trair é errado, que enganar é feio, que abrir mão, às vezes, pode ser a melhor coisa. É a consciência também que te faz ver o anjinho em cima do ombro direito nos momentos de dúvida.

E é a falta de consciência que te faz querer o cara errado, teimar com o que não adianta mais, meter os pés pelas mãos. Esse, colega, é o diabinho do lado esquerdo. Aquele que esperneia, pula e na maioria das vezes grita muito mais alto no seu ouvido do que o pobre do anjinho. (Aliás, vamos combinas, o anjinho podia ser muito mais eficiente se quisesse... Pronto, falei.)

Mas é assim que aprendemos que errar uma vez é humano, duas é burrice (desculpe o clichê... isso me lembra muito uma professora da faculdade). Aprendemos que merda feita uma vez não tem como ser feita de novo, mas que é sempre possível fazer uma merda maior (ah sim, essa ficou bem melhor).

Até.

PS: Prometo que o próximo post será menos deprê... hehehe

Novo layout...

Uma cara alegre para épocas alegres.
É nos tempos bons que vemos tudo de um jeito diferente.
Mais colorido, mais animado.

Como li um dia desses: não sei por quê passamos por épocas de trevas, mas passamos...

Até.

Frase do Dia

"O destino faz os parentes, a escolha os amigos" - Delille

* mesmo que você não seja tão bom em escolhê-los...

Conceitos (2): Guéri-Guéri

E nasce mais uma tosquice. Um dia falei para uma amiga: “E aí? E o fulano? Vai rolar um guéri-guéri?”. Ela riu e achou ótimo. Eu repeti para uma outra amiga que também gostou e acabei adotando a idéia. Guéri-guéri é ótimooo.

Mas, antes que você pense que é pornografia, vamos a uma explicação rápida. Guéri-guéri é antes de qualquer coisa uma simples pegação. Mas pode ser algo mais se o cara tiver pegada. Afinal, guéri-guéri é um conceito bem abrangente.

Mas cuidado, guéri-guéri demais faz muito bem saúde. Até demais.

Até.

Pseudo-fashion (1): Bota por fora da calça

Não faço o tipo fashion. Primeiro, porque não tenho grana para isso. Segundo, porque tenho preguiça. Mas posso me considerar meio por dentro do que é válido e do que é totalmente brega.

Bota fora da calçada, por exemplo. No momento, é super fashion se você é alta, magra e a bota tem o cano meio alto ou alto.

Agora, querida, se você for gordinha, baixinha e sua bota for uma botina, nem pense nisso. Tu vai ficar parecendo uma anã de jardim. Por favor, não faça breguiçe nem invencionice. Não desperdice a minha menina dos olhos.

Até.

O que faz uma pessoa acreditar que é sua amiga?

Se você é como eu vai entender o seguinte exemplo. Tenho uma colega que só fala comigo quando interessa a ela. Ou seja, quando ela precisa de alguma coisa liga no meu celular ou manda um e-mail. Aí, é a maior falsidade:

“Luuuuuuuuuuu, amigaaaaaaaaa. E aí? Quais as novis?”.

Peraí, se fosse minha amiga ela já deveria saber, certo? Mas a pior parte ainda está por vir:

“Ah que booommm (mesmo que sua avó tenha morrido), então eu estava querendo falar com você porque preciso de um suuuupeeeer favor!”.

Pronto, chegamos ao ponto.

Pára tudo, né? Sabe o que fazer em uma situação como essas? “Puxa, não vai dar. Tenha a festa de aniversário do primeiro corte de unha do minha tia avó nesse dia. Desculpa, tá? E boa sorte”.

* qualquer semelhança com a realidade é mera coincidência. Hahahahaha

Até.

Perguntas Inconvenientes (1): “E ai, cadê o namorado?”

“Como é que é?”. Essa é a pergunta que eu tenho vontade de fazer todas as vezes que alguém me faz a tão famigerada questão acima. Tento toda vez entender porque as pessoas sentem necessidade de especular a vida dos outros. É como se só pensar nas delas não fosse suficiente para preencher o dia.

Já montei até uma lista de respostas que deixariam a pessoa meio, digamos, passada:
- Interessa?
- A vida é minha ou é sua?
- O gato comeu...
- Foi abduzido.

E por aí vai? Mas é claro que se você for grossa assim, vão dizer pelas suas costas: “Ixi, não consegue arrumar ninguém...”. Como se namorar fosse algo primordial do qual dependesse a sua felicidade.

Foi assim que criei a resposta padrão: “Namorado? Que namorado? Sei lá, ta por aí”. A cara de “hein” da pessoa finaliza a história. Muito mais divertido!

Até.

Conceitos (1): "Dedo Podre"

Todas as pessoas tentam formas de escrever tentando se esconder. Parece até que o anonimato pode ser mais interessante do que mostrar a cara e dizer o que teme. Eu falo, mas percebi que tenho feito isto até agora.

Mas por que se esconder se ninguém lê o que você está escrevendo? Foi pensando nisso e aproveitando a minha total cara de pau, que resolvi transformar o blog em um tipo de guia. Ou seja, se aproveitando das minhas experiências frustadas as pessoas podem acabar aprendendo e mudando coisas na vida delas, que aí dariam certo. (É, porque comigo as coisas dificilmente dão certo).

Toda essa idéia começou quando eu estava conversando com uma amiga minha que adorou a minha tese do Dedo Podre. O que é isso?, me perguntam. É muito simples. Eu sou uma pessoa totalmente dedo podre. Acontece que quando você escolhe alguém para se relacionar é como se você apontasse para ela e dissesse “encontrei”.

Eu sempre faço isso quando o assunto é o coração. Acontece que meu dedo podre acaba com as minhas escolhas e eu acabo sempre enfiando os dedos pelas mãos. Quer um exemplo? Lá vai. Eu tenho muito amigos, mas fui me apaixonar logo por um super próximo e que tinha namorada. Ele dizia gostar de mim, mas é claro que não era suficiente para largar a namorada e ficar comigo. “Dedo Podre”. Depois conheci um outro cara, e advinhem só: ele também tinha namorada, também dizia que gostava de mim e (ah) também não o suficiente para ficar comigo. Bom, acho que nem preciso continuar, não é?

Mas, sabe, o dedo podre não é só para a vida amorosa não, é também para qualquer outra coisa. Conhecem a expressão “zicado”? Pois é, é um pouco mais feia, um pouco mais gíria, mas é exatamente a mesma coisa. É a zica, minha gente. Entre e aproveite.

Até.