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A bendita consciência...

Ontem, assistindo o seriado Private Practice (sou viciada em seriados para quem não sabe) ouvi uma frase que explica muita coisa: “A consciência é brutal”. Vamos deixar aqui um viva ao intérprete de Sam Bennett, Taye Diggs (ô homem saboreoso). Voltando ao assunto: sim, a consciência pode ser e é brutal.

“A consciência é uma qualidade da mente, considerando abranger qualificações tais como subjetividade, auto-consciência, sentiência, sapiência, e a capacidade de perceber a relação entre si e um ambiente” - Wikipédia

Na real, consciência é aquilo que nos “ajuda” a saber o que é certo e o que é errado. Assim aprendemos que trair é errado, que enganar é feio, que abrir mão, às vezes, pode ser a melhor coisa. É a consciência também que te faz ver o anjinho em cima do ombro direito nos momentos de dúvida.

E é a falta de consciência que te faz querer o cara errado, teimar com o que não adianta mais, meter os pés pelas mãos. Esse, colega, é o diabinho do lado esquerdo. Aquele que esperneia, pula e na maioria das vezes grita muito mais alto no seu ouvido do que o pobre do anjinho. (Aliás, vamos combinas, o anjinho podia ser muito mais eficiente se quisesse... Pronto, falei.)

Mas é assim que aprendemos que errar uma vez é humano, duas é burrice (desculpe o clichê... isso me lembra muito uma professora da faculdade). Aprendemos que merda feita uma vez não tem como ser feita de novo, mas que é sempre possível fazer uma merda maior (ah sim, essa ficou bem melhor).

Até.

PS: Prometo que o próximo post será menos deprê... hehehe

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