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Frase do Dia

"Rir de tudo é coisa dos tontos, mas não rir de nada é coisa dos estúpidos." - Erasmo de Rotterdam

* é por essas e outras que eu gargalho (será que essa palavra existe?).

Até.

Retratação: A gripe suína existe

Depois de encontrar uma pessoa (sim, ainda é pouco perto dos números) retiro o que disse: a gripe suína não é uma lenda.

E sim, como comentávamos eu e uns amigos, dá aquela sensação que o cerco está se fechando... Cuidado!

Até.

Constatações (1): O rabo dos outros é sempre mais bonito

Eu sou do tipo que repara. Já falei disso aqui. Mas não sou do tipo que cuida.

Não vejo mal nenhum em reparar no rabo do outro. Só assim sabemos se a moda pega, se a atitude é bacana, se o jeito de fazer é legal.

Mas tem aqueles que não concordam e aí, colega, é um tal de: “você viu a fulana, agora anda pra cima e pra baixo de nariz empinado, tem que ver!”. Tem que ver o que? Se é pra cuidar que seja cada um da sua vida.

Pronto falei.

Até.

A busca do eu...

Lendo uns blogs por aí percebi que muita gente procura o próprio eu. Eu já tentei tanto encontrar o meu que desisti. É assumo: sou inconstante. E pessoas inconstantes não tem apenas um eu, mas vários.

Certa vez ouvi de um carinha que era difícil definir o sentimento por mim porque eu era muito instável. Sim, meu bem, eu sou uma montanha russa. E quer saber: eu amooooo ser assim.

Odeio pessoas certinhas, que fazem tudo na hora, que amam sempre do mesmo jeito, que brigam sempre com a mesma intensidade, que nunca voltam atrás, que nunca se arrependem.

O que vale é não ter definição certa de nada e de tudo. Fazer e depois pensar se fez certo. Andar e achar que o passo foi maior do que a perna. Fugir e depois querer voltar.

Se a vida fosse de um jeito só, seria só vitória, quando na verdade a derrota é que ensina.

Tropeça, minha gente!

Até.

Frase do Dia

"Quem pouco pensa, engana-se muito" - Leonardo Da Vinci

* Depois dizem que quem pensa demais, age de menos. Valeu, Da Vinci!

Até.

Será que a gripe suína é uma lenda?

Você conhece alguém que pegou a gripe? Acha que os números crescem de maneira assustadora e fora do real? Calma, você não é o único. A gripe parece um filme interminável. É tão estranho que parece irreal, ficção.

São 50, 60, 70, até 90 novos casos por dia, mas nenhum no meu ângulo de visão. E olha que ele é bem abrangente já que converso com muitas pessoas pela internet.

Brincadeirinha... Ou não?

Até.

Fiquei triste...

Depois do novo layout do blog acabei perdendo uns links que ficavam disponíveis aí do lado direito. Resolvi então recuperar alguns e descobri que alguns sites bons cometeram suicídio. Ok, vamos começar do zero, mundo ruim... Hahahahaha

Isso porque eu havia prometido um post mais, digamos, animado.

Ah, fica a dica: em breve teremos de volta o blog dos erros de português mais bizarros encontrados no meu local de trabalho. Estamos aprimorando técnicas, buscando um novo layout (sim, tô viciada), mas já anotem: Mistura de Pressa com Analfabetismo.

Até.

A bendita consciência...

Ontem, assistindo o seriado Private Practice (sou viciada em seriados para quem não sabe) ouvi uma frase que explica muita coisa: “A consciência é brutal”. Vamos deixar aqui um viva ao intérprete de Sam Bennett, Taye Diggs (ô homem saboreoso). Voltando ao assunto: sim, a consciência pode ser e é brutal.

“A consciência é uma qualidade da mente, considerando abranger qualificações tais como subjetividade, auto-consciência, sentiência, sapiência, e a capacidade de perceber a relação entre si e um ambiente” - Wikipédia

Na real, consciência é aquilo que nos “ajuda” a saber o que é certo e o que é errado. Assim aprendemos que trair é errado, que enganar é feio, que abrir mão, às vezes, pode ser a melhor coisa. É a consciência também que te faz ver o anjinho em cima do ombro direito nos momentos de dúvida.

E é a falta de consciência que te faz querer o cara errado, teimar com o que não adianta mais, meter os pés pelas mãos. Esse, colega, é o diabinho do lado esquerdo. Aquele que esperneia, pula e na maioria das vezes grita muito mais alto no seu ouvido do que o pobre do anjinho. (Aliás, vamos combinas, o anjinho podia ser muito mais eficiente se quisesse... Pronto, falei.)

Mas é assim que aprendemos que errar uma vez é humano, duas é burrice (desculpe o clichê... isso me lembra muito uma professora da faculdade). Aprendemos que merda feita uma vez não tem como ser feita de novo, mas que é sempre possível fazer uma merda maior (ah sim, essa ficou bem melhor).

Até.

PS: Prometo que o próximo post será menos deprê... hehehe

Novo layout...

Uma cara alegre para épocas alegres.
É nos tempos bons que vemos tudo de um jeito diferente.
Mais colorido, mais animado.

Como li um dia desses: não sei por quê passamos por épocas de trevas, mas passamos...

Até.

Frase do Dia

"O destino faz os parentes, a escolha os amigos" - Delille

* mesmo que você não seja tão bom em escolhê-los...

Conceitos (2): Guéri-Guéri

E nasce mais uma tosquice. Um dia falei para uma amiga: “E aí? E o fulano? Vai rolar um guéri-guéri?”. Ela riu e achou ótimo. Eu repeti para uma outra amiga que também gostou e acabei adotando a idéia. Guéri-guéri é ótimooo.

Mas, antes que você pense que é pornografia, vamos a uma explicação rápida. Guéri-guéri é antes de qualquer coisa uma simples pegação. Mas pode ser algo mais se o cara tiver pegada. Afinal, guéri-guéri é um conceito bem abrangente.

Mas cuidado, guéri-guéri demais faz muito bem saúde. Até demais.

Até.

Pseudo-fashion (1): Bota por fora da calça

Não faço o tipo fashion. Primeiro, porque não tenho grana para isso. Segundo, porque tenho preguiça. Mas posso me considerar meio por dentro do que é válido e do que é totalmente brega.

Bota fora da calçada, por exemplo. No momento, é super fashion se você é alta, magra e a bota tem o cano meio alto ou alto.

Agora, querida, se você for gordinha, baixinha e sua bota for uma botina, nem pense nisso. Tu vai ficar parecendo uma anã de jardim. Por favor, não faça breguiçe nem invencionice. Não desperdice a minha menina dos olhos.

Até.

O que faz uma pessoa acreditar que é sua amiga?

Se você é como eu vai entender o seguinte exemplo. Tenho uma colega que só fala comigo quando interessa a ela. Ou seja, quando ela precisa de alguma coisa liga no meu celular ou manda um e-mail. Aí, é a maior falsidade:

“Luuuuuuuuuuu, amigaaaaaaaaa. E aí? Quais as novis?”.

Peraí, se fosse minha amiga ela já deveria saber, certo? Mas a pior parte ainda está por vir:

“Ah que booommm (mesmo que sua avó tenha morrido), então eu estava querendo falar com você porque preciso de um suuuupeeeer favor!”.

Pronto, chegamos ao ponto.

Pára tudo, né? Sabe o que fazer em uma situação como essas? “Puxa, não vai dar. Tenha a festa de aniversário do primeiro corte de unha do minha tia avó nesse dia. Desculpa, tá? E boa sorte”.

* qualquer semelhança com a realidade é mera coincidência. Hahahahaha

Até.

Perguntas Inconvenientes (1): “E ai, cadê o namorado?”

“Como é que é?”. Essa é a pergunta que eu tenho vontade de fazer todas as vezes que alguém me faz a tão famigerada questão acima. Tento toda vez entender porque as pessoas sentem necessidade de especular a vida dos outros. É como se só pensar nas delas não fosse suficiente para preencher o dia.

Já montei até uma lista de respostas que deixariam a pessoa meio, digamos, passada:
- Interessa?
- A vida é minha ou é sua?
- O gato comeu...
- Foi abduzido.

E por aí vai? Mas é claro que se você for grossa assim, vão dizer pelas suas costas: “Ixi, não consegue arrumar ninguém...”. Como se namorar fosse algo primordial do qual dependesse a sua felicidade.

Foi assim que criei a resposta padrão: “Namorado? Que namorado? Sei lá, ta por aí”. A cara de “hein” da pessoa finaliza a história. Muito mais divertido!

Até.

Conceitos (1): "Dedo Podre"

Todas as pessoas tentam formas de escrever tentando se esconder. Parece até que o anonimato pode ser mais interessante do que mostrar a cara e dizer o que teme. Eu falo, mas percebi que tenho feito isto até agora.

Mas por que se esconder se ninguém lê o que você está escrevendo? Foi pensando nisso e aproveitando a minha total cara de pau, que resolvi transformar o blog em um tipo de guia. Ou seja, se aproveitando das minhas experiências frustadas as pessoas podem acabar aprendendo e mudando coisas na vida delas, que aí dariam certo. (É, porque comigo as coisas dificilmente dão certo).

Toda essa idéia começou quando eu estava conversando com uma amiga minha que adorou a minha tese do Dedo Podre. O que é isso?, me perguntam. É muito simples. Eu sou uma pessoa totalmente dedo podre. Acontece que quando você escolhe alguém para se relacionar é como se você apontasse para ela e dissesse “encontrei”.

Eu sempre faço isso quando o assunto é o coração. Acontece que meu dedo podre acaba com as minhas escolhas e eu acabo sempre enfiando os dedos pelas mãos. Quer um exemplo? Lá vai. Eu tenho muito amigos, mas fui me apaixonar logo por um super próximo e que tinha namorada. Ele dizia gostar de mim, mas é claro que não era suficiente para largar a namorada e ficar comigo. “Dedo Podre”. Depois conheci um outro cara, e advinhem só: ele também tinha namorada, também dizia que gostava de mim e (ah) também não o suficiente para ficar comigo. Bom, acho que nem preciso continuar, não é?

Mas, sabe, o dedo podre não é só para a vida amorosa não, é também para qualquer outra coisa. Conhecem a expressão “zicado”? Pois é, é um pouco mais feia, um pouco mais gíria, mas é exatamente a mesma coisa. É a zica, minha gente. Entre e aproveite.

Até.