Aqueles dias entre fins e começos, entre decisões e dúvidas, entre lágrimas e sorrisos e não é TPM.
Vontade de bater e abraçar, de correr e dormir, de insensatez e pés no chão.
Tudo deveria ir e vir e cá ficar.
Só porque essa semana estou contente, mas um pouquinho triste...
Fim de mais uma etapa
Tem momentos na vida em que é preciso amadurecer.
E amadurecer não é algo que acontece somente uma vez na nossa vida.
Pelo contrário, amadurecemos em cada ponto a cada época diferente e assim vamos crescendo, nos transformando.
Amadureci mais uma vez. Aprendi mais uma vez.
Só que dessa vez não foi com tombo, não foi com tristeza, não foi com um mau momento.
Não, foi com um grande salto, que até pensei que seria maior do que as minhas pernas, mas no final não foi.
Mais uma etapa que está prestes para acabar e deixa aqui uma mulher muito mais madura do que aquela que começou a faculdade há quatro anos atrás.
E amadurecer não é algo que acontece somente uma vez na nossa vida.
Pelo contrário, amadurecemos em cada ponto a cada época diferente e assim vamos crescendo, nos transformando.
Amadureci mais uma vez. Aprendi mais uma vez.
Só que dessa vez não foi com tombo, não foi com tristeza, não foi com um mau momento.
Não, foi com um grande salto, que até pensei que seria maior do que as minhas pernas, mas no final não foi.
Mais uma etapa que está prestes para acabar e deixa aqui uma mulher muito mais madura do que aquela que começou a faculdade há quatro anos atrás.
Vida de quê?
O prazer de enfiar a cabeça na lama, isso porque só a ponta dos pés não basta. Para que ser sempre correto se às vezes é preciso despirocar?
Aliás, despirocar vem do riquíssimo vocabulário dos abastados baladeiros (para simplificar). Conhece a expressão vida de puta-piranha? Pois bem...
Agora pensa cá, a vida é boa. Tem curtição, novos amigos, amigos velhos, beijo na boca, outras coisas nas outras coisas, mais amigos, bebedeiras, risadas, mais curtição e por aí vai. E o melhor, não precisa ir sempre, mas quando tiver vontade.
Está sempre lá, à disposição. Onde mais se acha essas coisas? Nowhere!
Depois não entendem porque vicia, porque não dá mais vontade de largar.
Aliás, despirocar vem do riquíssimo vocabulário dos abastados baladeiros (para simplificar). Conhece a expressão vida de puta-piranha? Pois bem...
Agora pensa cá, a vida é boa. Tem curtição, novos amigos, amigos velhos, beijo na boca, outras coisas nas outras coisas, mais amigos, bebedeiras, risadas, mais curtição e por aí vai. E o melhor, não precisa ir sempre, mas quando tiver vontade.
Está sempre lá, à disposição. Onde mais se acha essas coisas? Nowhere!
Depois não entendem porque vicia, porque não dá mais vontade de largar.
Mais do mesmo?
É a proximidade do fim e a distância do começo. Tem momentos na vida em que a gente simplesmente não tem mais como voltar atrás e fica em cima da linha sem saber como dar o próximo passo. Zeca Pagodinho diria para deixar a vida levar, mas Martinho da Vila acharia melhor ir devagar, devagarinho.
Na dúvida entre ficar e ir, vá. Nunca prefira mais do mesmo, mas sempre a novidade. Para ter sempre em mãos aquilo que sempre tivemos, melhor correr um pouquinho de risco e quem sabe encontrar coisas muito boas. Afinal, se cair, do chão não passa.
Na dúvida entre ficar e ir, vá. Nunca prefira mais do mesmo, mas sempre a novidade. Para ter sempre em mãos aquilo que sempre tivemos, melhor correr um pouquinho de risco e quem sabe encontrar coisas muito boas. Afinal, se cair, do chão não passa.
Pensamentos...
Quando o silêncio é mais forte, melhor se calar?
As pessoas preferem não falar. Apenas um olhar, milhões de dúvidas.
As pessoas preferem não falar. Apenas um olhar, milhões de dúvidas.
Uia
Se eu fingir e sair
Por aí na noitada
Me acabando de rir
Se eu disser que não digo
E não ligo e que fico
Só vou aprontar...
É que eu sambo direitinho
Assim bem miudinho
Cê não sabe acompanhar
Vou arrancar sua blusa
E por no meu cabide
Só prá pendurar
Quero ver
Se você tem atitude
Se vai encarar...
Por aí na noitada
Me acabando de rir
Se eu disser que não digo
E não ligo e que fico
Só vou aprontar...
É que eu sambo direitinho
Assim bem miudinho
Cê não sabe acompanhar
Vou arrancar sua blusa
E por no meu cabide
Só prá pendurar
Quero ver
Se você tem atitude
Se vai encarar...
Pensando...
Poderia somente tocar como sempre. Olhar como sempre. Beijar como sempre.
Com essa intenção começou a vê-lo cada vez mais, a conhecê-lo melhor e assim a gostar.
Poderia somente ser segura como sempre. Auto-suficiente como sempre.
Mas sabe que para algumas coisas não há segurança nem auto-suficiência, só auto-proteção.
Parece debochada, parece não não ligar.
Tem medo de ter em mãos aquilo que não conseguirá segurar.
É tudo mais simples quando fica sempre do mesmo jeito.
É tudo mais fácil quando a ordem das coisas são previsíveis.
Com essa intenção começou a vê-lo cada vez mais, a conhecê-lo melhor e assim a gostar.
Poderia somente ser segura como sempre. Auto-suficiente como sempre.
Mas sabe que para algumas coisas não há segurança nem auto-suficiência, só auto-proteção.
Parece debochada, parece não não ligar.
Tem medo de ter em mãos aquilo que não conseguirá segurar.
É tudo mais simples quando fica sempre do mesmo jeito.
É tudo mais fácil quando a ordem das coisas são previsíveis.
Sexo x Amor
Sexo vem dos outros
E vai embora
Amor vem de nós
E demora...
Rita Lee
Rita Lee
Um dia desses uma amiga me ligou para dizer que fez amor com o namorado.
Nós duas acreditamos muito na diferença entre amor e sexo. Fiquei feliz por ela. Mas aí parei para pensar sobre o assunto (sem piadinhas com fumaça, por favor) e percebi que nunca fiz amor. Triste, não?
Sexo já. Mas isso é fácil. Sexo a gente faz a qualquer hora, com qualquer pessoa. É só prazer, é só tesão. É pegação, selvageria, orgasmo. É necessidade (para alguns...rs), é marcas no corpo, puxada de cabelo. Todas essas coisas que a gente encontra por aí.
Amor deve ser outra coisa. Deve ser cumplicidade, pele, carinho, vontade de ficar junto, união. É querer bem aquela pessoa sabendo que ela quer o mesmo para você. É toque, é olho no olho.
Acho que todas as pessoas devem almejar algumas coisas na vida. Fazer amor é uma delas. Mas pode ser também a mais difícil.
Nós duas acreditamos muito na diferença entre amor e sexo. Fiquei feliz por ela. Mas aí parei para pensar sobre o assunto (sem piadinhas com fumaça, por favor) e percebi que nunca fiz amor. Triste, não?
Sexo já. Mas isso é fácil. Sexo a gente faz a qualquer hora, com qualquer pessoa. É só prazer, é só tesão. É pegação, selvageria, orgasmo. É necessidade (para alguns...rs), é marcas no corpo, puxada de cabelo. Todas essas coisas que a gente encontra por aí.
Amor deve ser outra coisa. Deve ser cumplicidade, pele, carinho, vontade de ficar junto, união. É querer bem aquela pessoa sabendo que ela quer o mesmo para você. É toque, é olho no olho.
Acho que todas as pessoas devem almejar algumas coisas na vida. Fazer amor é uma delas. Mas pode ser também a mais difícil.
Filosofia de Lagartixa
A expressão é nova para mim e a ojeriza com que ela foi dita me deu até vontade de rir.
- Você tem um blog?
- Sim.
- De quê?
- De coisas que eu vejo.
- Ah.
- Cinema, livros...
- Ah, pensei que era de coisas que você vê por aí...
- Não, não curto essa Filosofia de Lagartixa...
Pensei cá com os meus botões: será que deleto o meu blog?
Meio segundo depois constatei: NÃÃÃÃOOOO!!!
Até
- Você tem um blog?
- Sim.
- De quê?
- De coisas que eu vejo.
- Ah.
- Cinema, livros...
- Ah, pensei que era de coisas que você vê por aí...
- Não, não curto essa Filosofia de Lagartixa...
Pensei cá com os meus botões: será que deleto o meu blog?
Meio segundo depois constatei: NÃÃÃÃOOOO!!!
Até
Antenada?
Hoje vieram me dizer que sou antenada com as novas tecnologias. Estranhei!
Tudo isso só porque eu tenho três e-mails (pessoais), msn, gtalk, plurk, twitter e orkut?
Bobagem!!!
Se é para ter fama de alguma coisa que seja direito. Vou fazer agora meu lastfm...
Até.
Tudo isso só porque eu tenho três e-mails (pessoais), msn, gtalk, plurk, twitter e orkut?
Bobagem!!!
Se é para ter fama de alguma coisa que seja direito. Vou fazer agora meu lastfm...
Até.
Plurkeando!
Sim, sim, conheci o Plurk e sim amei!
Aliás adoro todas essas coisas nas quais as pessoas conversam e ao mesmo tempo ficam dizendo o que estão fazendo.
Eu diria agora a pouco: "gente, vou cagar, afinal faz dois dias que não cago decentemente".
Mas aí fiquei com vergonha, afinal sou nova por lá. E em seguida me senti aliviada, pois obviamente teria que ter escrito: "Ah, desisti de cagar, afinal o encanador ainda está lá arrumando o cano da pia".
Será que eu pareceria louca?
Até.
Aliás adoro todas essas coisas nas quais as pessoas conversam e ao mesmo tempo ficam dizendo o que estão fazendo.
Eu diria agora a pouco: "gente, vou cagar, afinal faz dois dias que não cago decentemente".
Mas aí fiquei com vergonha, afinal sou nova por lá. E em seguida me senti aliviada, pois obviamente teria que ter escrito: "Ah, desisti de cagar, afinal o encanador ainda está lá arrumando o cano da pia".
Será que eu pareceria louca?
Até.
O jornalista e o assassino
Acabei hoje de ler esse livro e ainda estou meio passada. Sério mesmo! Estou em cima do muro!
Ao mesmo tempo em que eu gostaria de defender o jornalista, fico achando que ele foi um filho da mãe com o assassino.
Fascinante o ensaio de Janet Malcolm, O jornalista e o assassino, que conta a história do jornalista Joe McGinnins processado pelo personagem de seu livro Fatal Vision, Jeff MacDonald. Detalhe: MacDonald foi acusado e julgado culpado pela morte de sua esposa grávida e suas duas filhas pequenas.
Uma boa leitura para as férias!
Até mais!
Ao mesmo tempo em que eu gostaria de defender o jornalista, fico achando que ele foi um filho da mãe com o assassino.
Fascinante o ensaio de Janet Malcolm, O jornalista e o assassino, que conta a história do jornalista Joe McGinnins processado pelo personagem de seu livro Fatal Vision, Jeff MacDonald. Detalhe: MacDonald foi acusado e julgado culpado pela morte de sua esposa grávida e suas duas filhas pequenas.
Uma boa leitura para as férias!
Até mais!
Vale a dica!
Fuçando na internet para encontrar uma curiosiodade sobre novas mídias para uma matéria acabei encontrando o site abaixo que é bem bacana.
Dicas de como escrever ou ainda editar em HTML é bom saber sempre, né?
Acesse: Queroterumblog.com!
Vale conferir também: A checklist definitiva de 110 itens para um blog de qualidade.
Sim, sim. Tem muita gente que precisa.
Fuiz!
Dicas de como escrever ou ainda editar em HTML é bom saber sempre, né?
Acesse: Queroterumblog.com!
Vale conferir também: A checklist definitiva de 110 itens para um blog de qualidade.
Sim, sim. Tem muita gente que precisa.
Fuiz!
Só para ressaltar...
Ah! Para quem se assustou com o post abaixo: Sim, estou retomando as atividades.
Tececendo...
No ano passado, quando eu via amigos se descabelando por causa do TCC, achava graça. Hoje, sinto dores de cabeça quando penso no bendito... hahahaha
Será que o sofrimento vale a pena?
Até.
Será que o sofrimento vale a pena?
Até.
Beber, cair e levantar - Introdução
Essa seção, que ainda está em planejamento, foi uma idéia noiada. Seguinte, recebi um e-mail com fotos de pessoas bêbadas. Agora vou pedir para amigos meus escreverem histórias de situações bêbadas, que postarei no blog. Será que vira sucesso?
Bjus
Bjus
Reeducação
Fiquei abismada! Parece que alguns problemas da sociedade são causados principalmente porque as pessoas não sabem se comportar.
Quinta-feira estava no ponto de ônibus do corredor Edgar Facó. Meu ônibus chegou e carinha da SPTrans que agora fica por lá disse rápido, claro e em bom som: "Todos com seus bilhetes na mão. Se vai passar, passa. Se não, por favor, suba a escada a sua esquerda".
Foi o dia mais rápido em que peguei o ônibus. Me pergunto: por que as pessoas não fazem assim todos os dias e poupam a minha paciência de ter que empurrar para poder entrar no ônibus e ainda ter que fica 40 minutos na situação "lata de sardinha".
Reeducação da população, já!
Quinta-feira estava no ponto de ônibus do corredor Edgar Facó. Meu ônibus chegou e carinha da SPTrans que agora fica por lá disse rápido, claro e em bom som: "Todos com seus bilhetes na mão. Se vai passar, passa. Se não, por favor, suba a escada a sua esquerda".
Foi o dia mais rápido em que peguei o ônibus. Me pergunto: por que as pessoas não fazem assim todos os dias e poupam a minha paciência de ter que empurrar para poder entrar no ônibus e ainda ter que fica 40 minutos na situação "lata de sardinha".
Reeducação da população, já!
Ops!
Você é uma pessoa calorosa, simpática, ajudadora, cooperativa, que tem tato para com as pessoas, realista, prática, meticulosa, consistente, organizada, animada e cheia de energia. Você aprecia tradição e segurança, e busca uma vida estável e de ricos contatos com amigos e família.
* teste de personalidade muito louco... 100% de acerto... tô passada!
* teste de personalidade muito louco... 100% de acerto... tô passada!
Olha o passarinho!
Mãe de primeira viagem. Pior que isso só se for um pai de primeira viagem. Ainda mais se for freelancer, ou seja, não tem hora para ir trabalhar e pode ficar lá ao lado da esposa esperando a criança nascer.
“Cada careta era um flash, cada grito também”, foi sempre assim que minha mãe narrou a insana vontade do meu pai de registrar minuto a minuto o meu nascimento. Com uma câmera “daquelas antigas” foram muitas fotos pretas e brancas até o momento do berro da neném aqui.
Márcia, minha mãe, sempre diz que, enquanto queria que ele segurasse a mão dela ou desse um sorrisinho confortante, vinha um flash. Ela pensava: “meu deus, como essa melancia vai passar pelo buraquinho”, flash. “Não vou gritar muito para não acharem que sou escandalosa”, flash. “Vou enfiar essa câmera goela abaixo” e flash.
Foram tantos e em tão grande número que ela diz ter se acostumado. E daí que estava torta naquele momento ou descabelada em algum outro. Era a primeira filha, merecia o registro. E flash.
Então, nasceu. Flash, flash, flash. Lava o bebê, flash. Enrola na cobertinha, flash. Põe no colo da mãe, flash. Enfim, ele saiu da sala de parto. Foi contar para os parentes que a menina era uma graçinha e que tinha todos os dedinhos. Os dez das mãos e os dez dos pés. “Ah! Vai se chamar Luana. A Márcia viu em um filme”, falava animado.
Minha mãe pôde enfim respirar. Primeiro, porque os flashs tinham acabado. Segundo, porque a melancia tinha saído. Mas aí ele volta. E ela pensa: “Isso, tira mais foto. Você não tem mais nada interessante para fazer mesmo. Devo estar linda, acabei de sair de um spa, não? Olha minha cútis suada e meu maravilhoso cabelo horroroso. Ainda vou fazer ele engolir essa câmera”.
Ele, então, resolve que vai tirar outra foto para pôr em um quadro. Ajusta o zoom, o diafragma, a distância. Olha pelo visor. Pára e olha de novo. Abaixa a câmera. Chega mais perto e diz: “Estou achando essa menina muito clarinha. Márcia, Márcia. Se essa menina não escurecer em três dias te boto para fora de casa”.
Susto. “Como assim branquinha? Presta atenção, Paulo. Você está louco?”. E ele diz: “Eu sou negro, você é negra. Agora me explica essa menina clarinha”. A enfermeira que arrumava algumas coisas no quarto riu e simplesmente disse: “Calma, pai, é que ela ainda está meio vermelhinha. É assim mesmo”. “Ah, é?”, disse o paizão ainda com ar de dúvida. “Então está bom”. Flash, flash, flash.
Hoje, 25 anos depois, a pele ficou mesmo mais moreninha. Quanto aos flashs, odeio todos, seja de quem for. Acho que gastei a minha cota no dia do meu nascimento. Mas por outro lado entendo meu pai. Adoro dar um flagra. Bobeou, flash!
* redação feita para a aula de Técnica de Redação II, na qual tínhamos que narrar um fato relacionado ao nosso nascimento. Hahahahahaha
“Cada careta era um flash, cada grito também”, foi sempre assim que minha mãe narrou a insana vontade do meu pai de registrar minuto a minuto o meu nascimento. Com uma câmera “daquelas antigas” foram muitas fotos pretas e brancas até o momento do berro da neném aqui.
Márcia, minha mãe, sempre diz que, enquanto queria que ele segurasse a mão dela ou desse um sorrisinho confortante, vinha um flash. Ela pensava: “meu deus, como essa melancia vai passar pelo buraquinho”, flash. “Não vou gritar muito para não acharem que sou escandalosa”, flash. “Vou enfiar essa câmera goela abaixo” e flash.
Foram tantos e em tão grande número que ela diz ter se acostumado. E daí que estava torta naquele momento ou descabelada em algum outro. Era a primeira filha, merecia o registro. E flash.
Então, nasceu. Flash, flash, flash. Lava o bebê, flash. Enrola na cobertinha, flash. Põe no colo da mãe, flash. Enfim, ele saiu da sala de parto. Foi contar para os parentes que a menina era uma graçinha e que tinha todos os dedinhos. Os dez das mãos e os dez dos pés. “Ah! Vai se chamar Luana. A Márcia viu em um filme”, falava animado.
Minha mãe pôde enfim respirar. Primeiro, porque os flashs tinham acabado. Segundo, porque a melancia tinha saído. Mas aí ele volta. E ela pensa: “Isso, tira mais foto. Você não tem mais nada interessante para fazer mesmo. Devo estar linda, acabei de sair de um spa, não? Olha minha cútis suada e meu maravilhoso cabelo horroroso. Ainda vou fazer ele engolir essa câmera”.
Ele, então, resolve que vai tirar outra foto para pôr em um quadro. Ajusta o zoom, o diafragma, a distância. Olha pelo visor. Pára e olha de novo. Abaixa a câmera. Chega mais perto e diz: “Estou achando essa menina muito clarinha. Márcia, Márcia. Se essa menina não escurecer em três dias te boto para fora de casa”.
Susto. “Como assim branquinha? Presta atenção, Paulo. Você está louco?”. E ele diz: “Eu sou negro, você é negra. Agora me explica essa menina clarinha”. A enfermeira que arrumava algumas coisas no quarto riu e simplesmente disse: “Calma, pai, é que ela ainda está meio vermelhinha. É assim mesmo”. “Ah, é?”, disse o paizão ainda com ar de dúvida. “Então está bom”. Flash, flash, flash.
Hoje, 25 anos depois, a pele ficou mesmo mais moreninha. Quanto aos flashs, odeio todos, seja de quem for. Acho que gastei a minha cota no dia do meu nascimento. Mas por outro lado entendo meu pai. Adoro dar um flagra. Bobeou, flash!
* redação feita para a aula de Técnica de Redação II, na qual tínhamos que narrar um fato relacionado ao nosso nascimento. Hahahahahaha
Dias pesados...
Queria que as pessoas fossem comportadas, bacanas, sensíveis e amigas, mas é exigir demais.
Queria que as pessoas se preocupassem com seus próprios problemas e não infernizassem, mas é pedir muito.
Pelo jeito não podemos exigir demais e nem pedir muito. Só ficar assim, inerte, esperando as coisas melhorarem...
Bjus
Queria que as pessoas se preocupassem com seus próprios problemas e não infernizassem, mas é pedir muito.
Pelo jeito não podemos exigir demais e nem pedir muito. Só ficar assim, inerte, esperando as coisas melhorarem...
Bjus
Sentimentalismo
Todo mundo gosta de alguém ou pelo menos deve. O coração existe para bater, coração que não bate não é coração. Piegas? Sim.
Estamos aí para isso. Para sentir, mesmo que possa não parecer bom. Mesmo que possa parecer irreal. Mesmo que possa parecer que não é nosso.
Sentir pode ser chato, às vezes. Pode ser inconstante, irregular, instável. Simplesmente porque não podemos controlar. E se pudéssemos seria ainda mais chato.
“Queria que tudo estivesse sob meu poder”, disse uma amiga. Coitada! Seria tanta coisa que ela mal poderia controlar. E tudo só porque amou ou ainda estava amando e só queria deixar de amar.
O sentir é isso. É o “descontrolável” que queremos controlar, mas se pudéssemos não conseguiríamos.
E fim.
Estamos aí para isso. Para sentir, mesmo que possa não parecer bom. Mesmo que possa parecer irreal. Mesmo que possa parecer que não é nosso.
Sentir pode ser chato, às vezes. Pode ser inconstante, irregular, instável. Simplesmente porque não podemos controlar. E se pudéssemos seria ainda mais chato.
“Queria que tudo estivesse sob meu poder”, disse uma amiga. Coitada! Seria tanta coisa que ela mal poderia controlar. E tudo só porque amou ou ainda estava amando e só queria deixar de amar.
O sentir é isso. É o “descontrolável” que queremos controlar, mas se pudéssemos não conseguiríamos.
E fim.
Lendo Piauí – parte 1
Sim, pelo menos comecei. Não sou daquelas que faz qualquer tipo de crítica sem antes provar. Falo disso em relação a tudo, seja comida, bebida, filmes ou leitura. E sempre faço minha própria crítica, nunca “abraço” as idéias dos outros. Não faz o meu tipo...
Mas, enfim, depois de ganhar um exemplar que estava sendo distribuído na faculdade, enrolei uns dez dias e li a primeira coluna da tão comentada revista Piauí.
‘Esquinas” (esse é o nome da coluna) é gostosinha. São notinhas, curiosidades, notícias, enfim, esquetes, que na Piauí viram quase grandes reportagens (ainda vou descobrir o número de toques que cada notinha tem). Gostei! Dessa coluna.
Prometo ler tudo, pelo menos vou tentar, já que a sopa de letrinhas quase sem figuras não me atraiu para continuar lendo. Depois faço sim, um comentário mais decente...
Bjus
Mas, enfim, depois de ganhar um exemplar que estava sendo distribuído na faculdade, enrolei uns dez dias e li a primeira coluna da tão comentada revista Piauí.
‘Esquinas” (esse é o nome da coluna) é gostosinha. São notinhas, curiosidades, notícias, enfim, esquetes, que na Piauí viram quase grandes reportagens (ainda vou descobrir o número de toques que cada notinha tem). Gostei! Dessa coluna.
Prometo ler tudo, pelo menos vou tentar, já que a sopa de letrinhas quase sem figuras não me atraiu para continuar lendo. Depois faço sim, um comentário mais decente...
Bjus
What fuck is going on?
Por um minuto de prazer e por outro de felicidade.
Olhando para uns e para outros vejo que o melhor é deixar muitas coisas para lá.
Tem vezes em que parece que está tudo sob controle, tem vezes que somos apenas a vaquinha do filme Twister, que passa duas vezes pelo carro enquanto gira em um furação. Sim, é o caos.
E o que fazer diante dele? E quando não se sabe o que o provocou?
Por essas e por outras que às vezes me abstenho. Sumo, desapareço.
Não adianta perguntar por que, nem eu sei responder.
Volta chão para debaixo dos meus pés. Finge que é de concreto e que existe. Pelo menos por alguns momentos...
Olhando para uns e para outros vejo que o melhor é deixar muitas coisas para lá.
Tem vezes em que parece que está tudo sob controle, tem vezes que somos apenas a vaquinha do filme Twister, que passa duas vezes pelo carro enquanto gira em um furação. Sim, é o caos.
E o que fazer diante dele? E quando não se sabe o que o provocou?
Por essas e por outras que às vezes me abstenho. Sumo, desapareço.
Não adianta perguntar por que, nem eu sei responder.
Volta chão para debaixo dos meus pés. Finge que é de concreto e que existe. Pelo menos por alguns momentos...
Desabafo
Hoje é um daqueles dias em que eu fico pensando na vida.
Enfim, nada muito interessante, mas quis avisar!!!
Hahahahahaha
Bjus
Enfim, nada muito interessante, mas quis avisar!!!
Hahahahahaha
Bjus
Ta com fome? - Mais informações
Sim, sim
Vocês vão achar que vou sempre à 25 de Março. E vou mesmo, só lá meu dinheiro rende!!!
Bom, a razão desse post é outra. Lembra a comida no potinho que eu falei? Descobri o preço.
EU: Quanto custa o almoço?
VENDEDORA: Tem de R$ 2 e tem de R$ 3. Vai?
EU: Não, brigada.
Matei minha curiosidade. Já basta.
Ah! E não tinha frango, só carne cozida.
Vai?
Bjus
Vocês vão achar que vou sempre à 25 de Março. E vou mesmo, só lá meu dinheiro rende!!!
Bom, a razão desse post é outra. Lembra a comida no potinho que eu falei? Descobri o preço.
EU: Quanto custa o almoço?
VENDEDORA: Tem de R$ 2 e tem de R$ 3. Vai?
EU: Não, brigada.
Matei minha curiosidade. Já basta.
Ah! E não tinha frango, só carne cozida.
Vai?
Bjus
Pegação
Antes as pessoas me perguntavam o que eu tinha visto em certa pessoa. Hoje me perguntam se outra pessoa é boa como dizem... hahahaha
E o pior é que a segunda não é nem um pouco boa e com a primeira eu tinha meus motivos...
Hahahahaha
Hoje, prefiro me divertir. Vale pouca coisa, mas tem que ter pegada. Entendeu?
E o pior é que a segunda não é nem um pouco boa e com a primeira eu tinha meus motivos...
Hahahahaha
Hoje, prefiro me divertir. Vale pouca coisa, mas tem que ter pegada. Entendeu?
E o carnaval veio e o carnaval foi!
Assim como eu, muita gente trabalhou, pelo menos tive com quem conversar no msn.
O lado bom do carnaval?
Sim, teve.
Foi bacana fazer a cobertura no Sambódromo. Fiquei ainda mais encantada com os desfiles das escolas de samba de São Paulo. Carros alegóricos lindos, fantasias maravilhosas e gente muito animada. Inesquecível!!!
O lado bom do carnaval?
Sim, teve.
Foi bacana fazer a cobertura no Sambódromo. Fiquei ainda mais encantada com os desfiles das escolas de samba de São Paulo. Carros alegóricos lindos, fantasias maravilhosas e gente muito animada. Inesquecível!!!
Recomendações para o Carnaval
Adoro ler jornais do interior. Primeiro, porque são engraçadíssimos. Segundo, porque perdem tempo com assuntos desnecessários. E terceiro, porque não tenho muito o que fazer e nem paciência para o Estadão. Nunca quis ser uma pessoa ÃO... hahahaha
Tudo isso para mostrar a máxima que encontrei hoje:
E pensando cá com meus botões, achei ótimo.
Imagina o policial parando um carro que excedeu a rotação e encontra o Zorro no volante que uma concubina ao seu lado e ainda uns três bêbados no porta-malas. Hahahahahaha...
Seria simplesmente perfeito!!!
Bronca
Odeio pessoas que não atualizam seus blogs. Para que os fazem então?
Dicas de blogs atualizados quase todos os dias:
www.abandonartotalmente.blogspot.com
www.misturadepressacomanalfabetismo.blogspot.com
Bjus
Dicas de blogs atualizados quase todos os dias:
www.abandonartotalmente.blogspot.com
www.misturadepressacomanalfabetismo.blogspot.com
Bjus
Bilhete - parte 2
Nunca peça, você pode se sentir envergonhado.
O melhor é esperar, porque aí, no caso de o seu desejo ser realizado, você se sentirá ainda mais feliz.
O melhor é esperar, porque aí, no caso de o seu desejo ser realizado, você se sentirá ainda mais feliz.
Falando sério!
Há tempos que a Rede Globo vem inserindo em suas telenovelas campanhas sociais ou de conscientização.
Um dia desses estava assistindo Duas Caras (sim, eu estava!), também conhecida como novela das oito que na realidade começa as nove, quando o personagem de Lázaro Ramos, Evilásio, avisa aos moradores da Favela da Portelinha que no dia do plebiscito* não será vendida bebida alcoólica.
* o plebiscito está sendo feito para que os moradores da favela decidam se a favela é a favor ou não da construção de uma fábrica de cimento no terreno ao lado.
Voltando! Estamos em ano de eleição e as pessoas nunca entenderam muito porque em dia de eleição, quando as pessoas não têm que ir trabalhar, elas não podem votar e sair para beber com os amigos.
Também acho que bebendo as pessoas não decidirão o futuro do país, mas uma novela abordar um assunto como esse é um pouco banal.
Bons eram os tempos em que as novelas falavam das crianças desaparecidas (Explode Coração da Glória Peres) ou ainda da importância de doar medula óssea para pessoas com leucemia (Laços de Família de Manoel Carlos).
Então, fica aqui o registro que, para mim, não vale a pena perder tempo com tentativas como essa. As pessoas compram caixas de cerveja com um ou dois dias de antecedência e bebem depois de votar (meu caso, é claro!) do mesmo jeito.
Bjus
Um dia desses estava assistindo Duas Caras (sim, eu estava!), também conhecida como novela das oito que na realidade começa as nove, quando o personagem de Lázaro Ramos, Evilásio, avisa aos moradores da Favela da Portelinha que no dia do plebiscito* não será vendida bebida alcoólica.
* o plebiscito está sendo feito para que os moradores da favela decidam se a favela é a favor ou não da construção de uma fábrica de cimento no terreno ao lado.
Voltando! Estamos em ano de eleição e as pessoas nunca entenderam muito porque em dia de eleição, quando as pessoas não têm que ir trabalhar, elas não podem votar e sair para beber com os amigos.
Também acho que bebendo as pessoas não decidirão o futuro do país, mas uma novela abordar um assunto como esse é um pouco banal.
Bons eram os tempos em que as novelas falavam das crianças desaparecidas (Explode Coração da Glória Peres) ou ainda da importância de doar medula óssea para pessoas com leucemia (Laços de Família de Manoel Carlos).
Então, fica aqui o registro que, para mim, não vale a pena perder tempo com tentativas como essa. As pessoas compram caixas de cerveja com um ou dois dias de antecedência e bebem depois de votar (meu caso, é claro!) do mesmo jeito.
Bjus
Bilhete – parte 1
Pensar em alguma coisa pode simplesmente não ser nada. Fazer um pedido pode sim ser alguma coisa.
Mudando de assunto...
Antes que as pessoas achem que esse blog é de gastronomia, afinal ultimamente só tenho falado de comida... vai um desabafo.
Quero entender melhor o que são amigos. Pra mim os amigos sempre foram aqueles que te conhece ao máximo. Aqueles que pelo nick sabem o quanto você precisa ou não deles.
Pois bem, é aqueles com quem você conversou poucas vezes e já disse quase tudo que tinha no coração?
Esses para mim agora são sim grandes amigos, mesmo que eles não saibam.
Bjus
Quero entender melhor o que são amigos. Pra mim os amigos sempre foram aqueles que te conhece ao máximo. Aqueles que pelo nick sabem o quanto você precisa ou não deles.
Pois bem, é aqueles com quem você conversou poucas vezes e já disse quase tudo que tinha no coração?
Esses para mim agora são sim grandes amigos, mesmo que eles não saibam.
Bjus
Lanches enormes, essa é a saga.
De tudo que eu já comi na minha vida, dois lanchinhos me marcaram. É claro que a palavra lanchinhos foi colocada aqui com a devida ironia.
Há uns dois meses, fui a uma barzinho/lanchonete chamada Barbatana’s, na Casa Verde. Fica na própria Avenida Casa Verde ou melhor em uma de suas travessas. Bom, aconteceu que minha mãe resolveu comer um hambúrguer que dava para quatro pessoas. Pelo menos foi essa a informação passada antes de eu ver o Moby Dick, esse é o nome do lanchinho. E essa é a foto dele.
Estávamos em quatro e sinceramente eu achei que precisaríamos de mais uns quatro para comer tudo aquilo. Passei mal uns três dias e fiquei um mês sentindo náuseas quando falava no assunto.
Quando já me sentia recuperada. Minha mãe vira e fala: “vou levar vocês para comer um dog lá na Cantareira”. Primeiro, um dog na puta que o pariu não deve ser coisa boa. Segundo, era a minha mãe quem estava me chamando.
Santa inocência! O Big Dogão, como ela deveria ter dito quando chamou, tem 70 centímetros. 70 centímetros!!! Eu espero você encontrar duas réguas de trinta e ficar imaginando quanto dá isso com mais uns 10.
Foram necessárias quatro bocas de novo, mas dessa vez perdi. E cedi voluntariamente o que não agüentei para o meu cunhado, que depois dessa levou o troféu de “Poço sem fundo”. Assustador.
Bjus
Há uns dois meses, fui a uma barzinho/lanchonete chamada Barbatana’s, na Casa Verde. Fica na própria Avenida Casa Verde ou melhor em uma de suas travessas. Bom, aconteceu que minha mãe resolveu comer um hambúrguer que dava para quatro pessoas. Pelo menos foi essa a informação passada antes de eu ver o Moby Dick, esse é o nome do lanchinho. E essa é a foto dele.

Estávamos em quatro e sinceramente eu achei que precisaríamos de mais uns quatro para comer tudo aquilo. Passei mal uns três dias e fiquei um mês sentindo náuseas quando falava no assunto.
Quando já me sentia recuperada. Minha mãe vira e fala: “vou levar vocês para comer um dog lá na Cantareira”. Primeiro, um dog na puta que o pariu não deve ser coisa boa. Segundo, era a minha mãe quem estava me chamando.
Santa inocência! O Big Dogão, como ela deveria ter dito quando chamou, tem 70 centímetros. 70 centímetros!!! Eu espero você encontrar duas réguas de trinta e ficar imaginando quanto dá isso com mais uns 10.
Foram necessárias quatro bocas de novo, mas dessa vez perdi. E cedi voluntariamente o que não agüentei para o meu cunhado, que depois dessa levou o troféu de “Poço sem fundo”. Assustador.
Bjus
Ta com fome?
No último fim de semana, fui fazer umas comprinhas na 25 de Março. Um programa divertido e barato, afinal eu só tinha R$ 50. E tinha que render, pois eu queria um óculos escuro, um relógio, uma agenda, duas rasteirinhas e se desse uma blusinha branca para reveillon.
O programa estava ótimo. Eu tinha pago R$ 10 no óculos, estilo aviador que está super na moda, mais R$ 10 no relógio, Gucci, e R$ 6 em uma agenda com glitter e tudo. Fantástico.
Foi quando eu vi. E fiquei passada. Na minha ida ao Brás tinha adorado a nova moda. Depois no milho no potinho, eu tinha descoberto o açaí no copinho, que vinha com sucrilhos, granola e leite condensado. Mas na 25 vi uma coisa simplesmente assustadora. Comida no potinho. É, COMIDA!!! Arroz, feijão, frango e farofa. Dois homens comiam e se deliciavam.
Na hora não entendi e pensei com meus botões: “aquilo que vi era comida?”. O potinho é o mesmo do milho, mas o conteúdo, quanta diferença!!!
Alguns passos a frente, minha curiosidade foi saciada. Um homem com um carrinho de metal com umas panelinhas em cima vendia o rango ali. Infelizmente não consegui ver o preço, fica aí algo para ser solucionado. Se alguém souber, por favor, me informe. Hahahaha
Bjus da Lu
O programa estava ótimo. Eu tinha pago R$ 10 no óculos, estilo aviador que está super na moda, mais R$ 10 no relógio, Gucci, e R$ 6 em uma agenda com glitter e tudo. Fantástico.
Foi quando eu vi. E fiquei passada. Na minha ida ao Brás tinha adorado a nova moda. Depois no milho no potinho, eu tinha descoberto o açaí no copinho, que vinha com sucrilhos, granola e leite condensado. Mas na 25 vi uma coisa simplesmente assustadora. Comida no potinho. É, COMIDA!!! Arroz, feijão, frango e farofa. Dois homens comiam e se deliciavam.
Na hora não entendi e pensei com meus botões: “aquilo que vi era comida?”. O potinho é o mesmo do milho, mas o conteúdo, quanta diferença!!!
Alguns passos a frente, minha curiosidade foi saciada. Um homem com um carrinho de metal com umas panelinhas em cima vendia o rango ali. Infelizmente não consegui ver o preço, fica aí algo para ser solucionado. Se alguém souber, por favor, me informe. Hahahaha
Bjus da Lu