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Conceitos (1): "Dedo Podre"

Todas as pessoas tentam formas de escrever tentando se esconder. Parece até que o anonimato pode ser mais interessante do que mostrar a cara e dizer o que teme. Eu falo, mas percebi que tenho feito isto até agora.

Mas por que se esconder se ninguém lê o que você está escrevendo? Foi pensando nisso e aproveitando a minha total cara de pau, que resolvi transformar o blog em um tipo de guia. Ou seja, se aproveitando das minhas experiências frustadas as pessoas podem acabar aprendendo e mudando coisas na vida delas, que aí dariam certo. (É, porque comigo as coisas dificilmente dão certo).

Toda essa idéia começou quando eu estava conversando com uma amiga minha que adorou a minha tese do Dedo Podre. O que é isso?, me perguntam. É muito simples. Eu sou uma pessoa totalmente dedo podre. Acontece que quando você escolhe alguém para se relacionar é como se você apontasse para ela e dissesse “encontrei”.

Eu sempre faço isso quando o assunto é o coração. Acontece que meu dedo podre acaba com as minhas escolhas e eu acabo sempre enfiando os dedos pelas mãos. Quer um exemplo? Lá vai. Eu tenho muito amigos, mas fui me apaixonar logo por um super próximo e que tinha namorada. Ele dizia gostar de mim, mas é claro que não era suficiente para largar a namorada e ficar comigo. “Dedo Podre”. Depois conheci um outro cara, e advinhem só: ele também tinha namorada, também dizia que gostava de mim e (ah) também não o suficiente para ficar comigo. Bom, acho que nem preciso continuar, não é?

Mas, sabe, o dedo podre não é só para a vida amorosa não, é também para qualquer outra coisa. Conhecem a expressão “zicado”? Pois é, é um pouco mais feia, um pouco mais gíria, mas é exatamente a mesma coisa. É a zica, minha gente. Entre e aproveite.

Até.

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